Na primeira parte dessa viagem aos EUA ficamos na casa da minha irmã, na Georgia, por uma semana. Nos preparamos pra uma semana bem tranquila, com o único objetivo de ficar babando a nossa sobrinha Julia, sem maiores pretensões, afinal de contas
Rome, apesar de simpática, é uma cidade pequena sem muito o que fazer (principalmente turisticamente falando), e longe de tudo (para os nossos padrões).
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| o simpático centrinho de Rome
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Por outro lado, esse período em Rome nos proporcionou um tipo de experiência que uma viagem turística convencional não oferece: imersão cultural. Na Georgia pudemos falar inglês muito além do "how much" (que é basicamente 80% do que você vai dizer em Miami, por exemplo) e viver por alguns dias mais ou menos como vive um morador típico, guardadas as devidas proporções.
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| o simpático centrinho de Rome
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Além disso, a Georgia faz parte do que o Seth Kugel (colaborador do
NY Times que tem um
blog de viagens no Ig) chama de
EUV: Estados Unidos de Verdade. Segundo ele, os destinos americanos mais visitados por brasileiros, Disney e NYC, são tão diferentes do resto do país que não representariam sua essência (ou sua pluralidade). Eu concordo
em parte, e acho que o melhor lugar para se conhecer os tais "EUV" é o sul do país, onde as pessoas são mais receptivas e simpáticas, e a comida costuma ser boa!
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| o simpático centrinho de Rome
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Mas estávamos errados em achar que a semana seria tranquila e devagar, e no final das contas todos os dias tivemos alguma coisa pra fazer, e ainda passamos perto de um tornado (na verdade, ele é que passou perto de nós), que arrasou cidades relativamente próximas.
E lá começou a ser criado o monstro da viagem: o monstro das compras,
the shopping madness! Como minha irmã já tem as manhas de onde comprar coisas baratas por lá, nos levou aos lugares certos, o que nos poupou tempo em NYC, e possivelmente dinheiro também, já que lá (na Georgia) as coisas são mais baratas (e o
sales tax também). Sim, a Georgia tem
outlets...(e sem turistas)
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| o simpático centrinho de Rome |
E a Julinha, no meio disso tudo?
Bom, ela já começou a mostrar a quem puxou ao segurar a onda muito bem durante quase todo o tempo que passamos rodando de um lado pro outro, mesmo tendo menos de 3 meses de idade na época.
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| Julia, o dia na rua. Tá tranquilo, tio! |
No próximo post eu conto sobre (o pouco de que vi de) Atlanta e a ida pra NYC.
Até